Os cães podem ver espíritos?

in Temas by on janeiro 21st, 2013Sem comentarios
O fato narrado é absolutamente natural e até muito comum. Os Espíritos ensinam que nos animais há uma inteligência, porém, limitada (questão 593). Comentando a questão, Kardec afirma que “há neles uma espécie de inteligência, mas cujo exercício quase que se circunscreve à utilização dos meios de satisfazerem às suas necessidades físicas e de proverem à conservação própria”. Mais adiante, na questão 597, ensinam os Espíritos que há nos animais uma inteligência que lhes faculta certa liberdade de ação, princípio independente da matéria e que sobrevive ao corpo. “É também uma alma, se quiserdes, dependendo isto do sentido que se der a esta palavra. É, porém, inferior à do homem. Há entre a alma dos animais e a do homem distância equivalente à que medeia entre a alma do homem e Deus”.
Na questão 606, afirmam os Espíritos que o princípio inteligente dos animais é tirado do elemento inteligente universal, assim como o do homem, sendo que no homem passou por uma elaboração que o coloca acima da que existe no animal. É uma fase de preparação para alçar vôos mais altos. Uma espécie de germinação, que vai propiciar a esse princípio espiritual evoluir até sofrer uma transformação e se tornar espírito (questão 607). O reino animal, desse modo, é uma espécie de germinação, que vai propiciar ao princípio espiritual evoluir até sofrer uma transformação e se tornar espírito, entrando, então, a partir daí, no período de humanização. Há nos animais aptidões diversas, comuns aos seres humanos, tais como certos sentimentos, certas paixões e faculdades espirituais outras que estão em desenvolvimento.

Mensagem de André Luiz (Chico Xavier) – Animais!

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Cirurgia espiritual Humana e animal

“Em todos os setores da Criação, Deus, nosso Pai, colocou os superiores e os inferiores para o trabalho de evolução, através da colaboração e do amor, da administração e da obediência.

Os seres inferiores e necessitados do Planeta não nos encaram como
superiores generosos e inteligentes, mas como verdugos crueis. Confiam
na tempestade furiosa que perturba as forças da Natureza, mas fogem,
desesperados, à aproximação do homem de qualquer condição, excetuando-se os animais domésticos que, por confiar em nossas palavras e atitudes, aceitam o cutelo no matadouro, quase sempre com lágrimas de aflição, incapazes de discernir com o raciocínio embrionário onde começa a nossa perversidade e onde termina a nossa compreensão.

(…)sem amor para com nossos inferiores, não podemos aguardar a
proteção dos superiores.”

Livro Missionários da Luz, p. 51-52.